Segurança Nacional passa pela Segurança Ambiental

28/12/2018

Fantastica Palestra do illustre Dr. Antonio Fernando Pinheiro Pedro

Djávlon

Para os festeiros dia 27 foi dia de praia, de trabalho sem nada para fazer, de troca de presentes nas lojas, de descanso merecido e não merecido, mas para quem acredita no NOVO Brasil o dia foi e de confronto e de aprendizagem, como no caso de mais de 100 pessoas que no Clube Militar de São Paulo foram ouvir e participar a Palestra do Dr. Antonio Fernando Pinheiro Pedro, uma das melhores mentes brasileiras, advogado e vice Presidente da API (Associação Paulista de Imprensa) e um dos expert da area ambiental, cotado como Experto do Meio Ambiente pelo Presidente Bolsonaro vai participar com certeza do escalão e dos expert do Ministério do Meio Ambiente.

A palestra, com debate final, foi organizada pelo Gen. Peternelli atualmente Deputado Federal eleito no Psl mesmo partido do Presidente Bolsonaro e contou com a presença de pessoas ilustres da area ambiental e não, entre estes autoridades ambientais e jornalistas nacionais e internacionais como nosso diretor Djávlon.

A perfeita explicação pós como base uma visão da preservação inedita e atuante, com perfil nacional, critica mas construtiva, da para entender que o governo Bolsonaro sabe bem aonde colocar as mãos e tem a seu dispor pessoas da mais alta capacidade com o mesmo palestrante demonstrou.

Ele entre varias coisas disse: Por óbvio que o Ministério do Meio Ambiente não pode tornar-se um carimbador de licenças ambientais, ou obstáculo ao desenvolvimento do país ou um mero "despachante" de autorizações para o agronegócio. Também não deve servir de meio de locupletamento de ONGs, atender a interesses internacionais inconfessáveis, virar repasto de militantes ambientalistas, submeter-se ao pensamento torto do promotor de justiça da esquina, virar a estufa do aquecimento dos debates acadêmicos sobre o tema do clima, ou servir de palco para a vaidade midiática de terceiros.

Posições firmes, porém, foi nessa turbulência de interesses, em sucessivas gestões "sem pé nem cabeça", que o Ministério do Meio Ambiente e, por conseguinte, o próprio IBAMA, perderam-se - nas gestões FHC/Lula/Dilma e Temer. Nesse embate de interesses pouco afetos ao interesse do Brasil, perdeu-se o essencial: afirmar a soberania nacional no controle ambiental do território brasileiro.

De fato, compete ao governo brasileiro empregar a gestão ambiental na solução dos conflitos de uso da terra e no controle da qualidade de vida da população no território nacional. Deve zelar pelos recursos estratégicos e pela integridade de importantes regiões - hoje infestadas por atividades nocivas aos interesses do Brasil.

Djávlon

Falou do ministério e do que poderia e deve ser feito: A tarefa exige compreensão sistêmica de todo o processo de ocupação do território brasileiro e, para tanto, requer sobretudo HUMILDADE.

Será preciso rasgar as receitas de bolo trazidas no bolso do paletó e substituí-las pelo planejamento integrado das ações, com olhos e ouvidos atentos a todos os demais setores do governo e da sociedade.

A gestão ambiental brasileira é estratégica. É ela que trava ou presta suporte ao desenvolvimento do país.

Em mãos erradas, como têm ocorrido desde meados dos anos 90, com raríssimas exceções, o Ministério do Meio Ambiente e seus organismos jurisdicionados conseguiram TRAVAR, negando ou postergando o licenciamento ambiental, toda a implementação da infraestrutura brasileira.

Nas últimas décadas, o Ministério do Meio Ambiente, literalmente, pôs a pique o projeto nuclear brasileiro, os programas de geração e distribuição de energia termo e hidrelétrica, o plano nacional de viação, a instalação, modernização e melhoria da logística, a macro ocupação do litoral brasileiro, os projetos integrados de desenvolvimento, turismo e preservação, o desenvolvimento portuário, a segurança jurídica da economia rural e, portanto, a afirmação da soberania do Brasil sobre seu território.

Com isso, a judicialização da economia e a submissão da Administração Pública aos humores ideológicos da autoridade judiciária de plantão, permitiram que a degradação ambiental das "questões sociais" ocupasse o vazio deixado pela não implantação da infraestrutura e da atividade econômica ordenada - no campo, no litoral e nas cidades.

Dos criadores de aves e animais de estimação aos construtores do projeto do submarino nuclear brasileiro, passando pela economia agrária e pelo saneamento urbano, não há setor, hoje, que não esteja afetado pela insegurança, ineficácia, indefinição e falta de coragem na assunção de posicionamentos, vinculados à má condução da gestão ambiental pelo governo.

Isso precisa mudar - e não ocorrerá com soluções midiáticas ou nomes tirados da carta da manga, desprovidos da visão sistêmica.

A mudança exigirá quadros com anos de experiência na condução de conflitos no campo da legislação ambiental e na busca de soluções técnicas para esses conflitos, e que tenham histórico de independência, coragem e determinação reconhecidas no embate com os arautos da mesmice que se apoderaram da estrutura do sistema nacional do meio ambiente.

Djávlon
Dep. Fed. Eleito Gen. Peternelli e Dr. Antonio Fernando Pinheiro Pedro
Dep. Fed. Eleito Gen. Peternelli e Dr. Antonio Fernando Pinheiro Pedro

A palestra foi um marco inicial, aonde as pessoas comprometidas com o pais decidiram participar diretamente da mudança do mesmo.

Parabéns ao Dr. Antonio Fernando Pinheiro Pedro e ao Deputado Federale Peternelli, este tipo de debate e comunicação é extremamente necessario para explicar as pessoas o que precisa ser feito para recolocar o Brasil em seu devido lugar.

Djávlon


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